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Freeride é uma espécie de party-game onde podemos testar algumas versões selváticas dos mais variados desportos radicais. Temos jet-ski, bunge-jumping, snowboard, slide e muitas mais surpresas.
Apesar do estilo desportivo deste Tarzan, a marcar presença encontra-se o género clássico das plataformas 3D. São resmas de pulinhos e muitas lianas pelo caminho, que nos permitem salvar todos os amigos do homem-macaco mais conhecido do mundo – exceptuando o nosso amigo Toni Ramos.
Mas antes das características técnicas, fiquem a conhecer a história deste joguinho. Como seria de esperar, os habitantes da Selva correm perigo de vida. O responsável pelo desassossego é Oswald Gardner, um cientista tresloucado que tem a mania de enjaular pequenos gorilas.
O nosso Tarzan não podia estar pelos ajustes. Por isso, arregaçou a tanga e pôs mãos à obra. O seu objectivo é bem simples: encontrar as armadilhas perdidas pela selva, resgatar os pequenos gorilinhas e acalmar as mães primatas.
Mas para cumprir tal tarefa terá de enfrentar algumas situações bem perigosas. É aqui que damos largas à nossa veia radical. Temos resmas de actividades extremas, que prometem encher de adrenalina qualquer tipo de gamer.
Então vamos lá à listinha dos desportos que podemos vir a encontrar: Temos uma fusão entre surf e snowboard através de rápidos, um ski aquático nos pântanos mais pestilentos, queda livre com obstáculos pelo meio e um bom wrestling entre Tarzan e capangas, onde quem manda é o click’em up.
A mecânica de jogo é bem simples: completa um nível para desbloquear uma ou mais missões. Para ajudar, espalhados através dos cenários iremos encontrar resmas de itens. Estes amiguinhos servem para completar a totalidade da aventura, desbloqueando novas sequências e novos níveis de jogo.
Para concluir, existem 15 estranhas situações para utilizar via Story Mode ou Terk’s Challenges – uma espécie de Time Trial, cujo objectivo é sacar a maior pontuação possível em cada cenário.
O nível gráfico conseguiu convencer a nossa redacção. A renderização da água está um mimo, as animações dos personagens possuem um ar bem fluído e o ambiente de fundo, apesar de não ser deslumbrante, cumpre bem as suas funções.
O sistema sonoro pecou pela falta de power. As músicas são calminhas – nem sequer foram utilizadas as fachas mais potentes do filme -, característica que não abona em prol do ritmo de jogo.
Resumindo e concluindo, Tarzan Freeride é um bom título para este Natal. A pequenada vai adorar e os adultos não se vão mostrar rogados em dar uma ajudinha para salvar as famílias dos gorilas. |